Ultimamente tenho observado, que cada dia em minha vida, tem se mostrado de forma realmente surpree

sábado, 2 de agosto de 2008

Te quero

Para ti que escrevo estes versos,
Com a tinta mais pura que possa existir.
Falo estas palavras,
E com o sangue que escorre do meu peito escrevo teu nome,
Com as palavras que saem da minha boca digo que quero você, mas como?
Estas tão longe de mim.
Errado, posso tocá-la, posso senti-la atrás de uma redoma de vidro
Algo imensurável, tecnológico, mas para mim -
Algo imposto por deuses para que não possa toca-la, senti-la
Ou mesmo contemplar tua beleza Por que não posso?
Será que fui amaldiçoado pelos deuses?
Porque procuro e não acho.
Então minha alma escorre pelo vento da noite,
Navegando pelas atitudes cibernéticas,
Onde por mais que grite jamais poderá me escutar.
Minha alma grita teu nome.
A noite cai sobre os meus olhos em chuva
E diz segredos que lembram à luta suave dos lábios,
Que ao percorrerem os seus desejos
Transforma em flor aquilo que antes pesadelo.
Pelas montanhas que o vento lento escorrega,
Sem rumo entre carícias perdidas navego,
Para só no fim ter nos braços seus,
O sono pedido ao beijo esculpido que prometeu.
E enquanto na torre a princesa linda espera,
Co’minha lança colho rosas de primavera
Que se fazem tímidas diante da mais bela.
Se do passado as lágrimas já enxugaram,
E no presente o amor em chamas ainda queima,
É para no futuro estar os sonhos que queira.

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